Virgílio Rego reconheceu ser insofismável a necessidade de obras urgentes, confirmando estarem as mesmas agora previstas para as férias de Natal, prosseguindo depois até final do ano lectivo. Esta situação levará a que os alunos tenham de se deslocar a outra escola do Agrupamento para a refeição, havendo simultaneidade de obras e actividades lectivas de Janeiro até ao encerramento das aulas.
No final da visita João Delgado afirmou à comunicação social ser lamentável que esta Câmara “que sabe cumprir prazos com obras supérfluas, apenas para servir a privados e com intuitos eleitoralistas, como foi o caso do túnel da Avenida da Liberdade, seja incapaz de se mostrar minimamente empenhada num caso tão flagrante como o da Escola de Maximinos”. Delgado repudiou igualmente as palavras da vereadora da Educação, Palmira Maciel, que afirmou ter “orgulho no trabalho realizado, nomeadamente no que toca à requalificação do parque escolar”, quando o que deveria, segundo o candidato bloquista, era “pedir desculpas públicas aos pais e às crianças, que por mais um ano vão ver o seu rendimento escolar condicionado pelas péssimas condições que Palmira Maciel e Mesquita Machado lhes proporcionam de modo insensível e petulante”.
Já António Esteves, o independente que encabeça a lista do BE à Assembleia de Freguesia de Maximinos lembrou as responsabilidades de Seco Magalhães, presidente da Junta, que se colocou “ao lado da Câmara e não dos maximinenses em todo este processo”. António Esteves mostrou uma cópia da Acta da Assembleia de Freguesia de Maximinos de 8 de Dezembro de 2006, em que a Junta garantia que até ao final do mês de Julho desse ano “a escola será encerrada, de forma a proceder-se à sua requalificação”, passando “todos estes alunos para a Escola da Naia”, comprovando-se assim que “as promessas de quem não tem palavra de nada servem”.
João Delgado e António Esteves garantiram a alguns pais que esperavam o final da visita que podem contar com o Bloco de Esquerda, ao nível da freguesia e da Câmara, para acompanhar o processo de intervenção na Escola, para que não existam mais adiamentos e que em 2010 “os meninos e as meninas de Maximinos tenham aquilo que merecem, uma escola e um ensino de qualidade”.
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